UENP - Campus de Cornélio Procópio
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Atualizada em 27 de março de 2018 
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Balladas e Phantasias (Baladas e Fantasias)

Autor: Carlos Magalhães de Azeredo
Lançamento: Março de 2018
Páginas: Original 369 - Atualiz. 362
Tamanho: Grafia original 1.826 KB (pdf padrão)
Gr. atualizada 1.933 KB (pdf padrão)

No último ano do século XIX, 1900, Carlos Magalhães de Azeredo, contemporâneo de Machado de Assis, junto de quem foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, publicou "Balladas e Phantasias", volume de contos um tanto despretencioso na opinião do autor. São histórias leves, amenas, algumas embaladas na roupagem diáfana dos sonhos, da fantasia, líricas, como bem o diz seu próprio título.

Mas o vocabulário é dificílimo, com enorme quantidade de palavras atualmente fora de uso, o que é muito curioso e constitui um grande desafio para quem gosta de literatura e de língua portuguesa.

"Balladas e Phantasias" traz vinte contos, divididos em Balladas, num total de doze, e oito denominados de Phantasias. O autor considerou que esta obra foi o encerramento de sua fase inicial, mais juvenil.

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Um trecho do primeiro conto da seção Balladas, na grafia usada no ano 1900.

O MINUETE

Os dois velhos passeiam; vão lento e lento, arrimando-se um ao outro. Olham para o chão; observam o caminho, minuciosamente, por que não succeda tropeçarem em alguma pedra sôlta, em algum tóro carcomido... Vão passo a passo, os dois velhos; elle, de largo chapeu desabado e sobrecasaca verde, empunha com a mão trêmula o bastão de unicornio, encastoado a ouro; ella, com a mantilha negra de outr'ora sobre os cabellos brancos, apoia a dextra no antigo guarda-sol de cabo eburneo e fôrro de seda azul-celeste – reliquia adorada dos seus tempos de moça...

Costumam ambos passear assim todas as tardes, quando o ceu está limpo e a brisa não é fria; vão pela alameda central até o fim do parque, e voltam ás Ave-Marias para o castello; sentam-se então nas suas poltronas de velludo côr de vinho, trocam duas palavras em uma hora, rezam, deitam-se; e dormem, até nascer a aurora, o somno dos justos, ou o dos innocentes, pois tornados são quasi á primitiva infancia...

Mas, nessa tarde de verão, tépida e deliciosa, esqueceram os seus hábitos – os seus hábitos de tantos annos. Chegaram ao fim da alameda central, e não se lembraram de voltar para o castello; transpuzeram o grande portão de grades bronzeas; e eil-os em pleno campo.

Não; não têm somno hoje; nem fadiga; não querem passar a hora do repouso costumado nas poltronas de velludo côr de vinho. O dia foi bello e quente; o sol teve esplendores desusados; pelo ar erravam perfumes inebriantes, frémitos perturbadores vibravam; alastrava-se pela natureza toda uma palpitação de vitalidade nova. Os dois pobres velhos sentiam-se agitados e febris; seus olhos exhaustos pareciam ver as cousas como em épocas remotas; pelas veias se lhes infiltrava um doce calor extravagante; dir-se-hia que a juventude quizesse regressar...

 

64: Afinal, que ditadura foi aquela?

Autor: Ataíde Cuqui
Lançamento: Janeiro de 2018
Ilustrado
Páginas: 86
Tamanho: 3.747 KB (pdf padrão)

"Muita gente diz que o Brasil só arrancou para o desenvolvimento graças ao idealismo dos generais. Mas, até hoje, os pontos de vista ainda divergem muito. Meu relato é feito de forma jornalística, sem intenção de contestar o que foi dito pelas pessoas que ouvi. Conto o que vi e o que vivi. E, mesmo que intrinsecamente, também manifesto meu ponto de vista." (Ataíde Cuqui)

Dos protestos de 1964 à magia de uma época que se transformou em saudosismo, este livro conduz o leitor a uma viagem fascinante pelos anos da ditadura vividos pelo jornalista Ataíde Cuqui. Além de jornalista, o escritor foi músico e locutor de rádio nos incríveis anos da Jovem Guarda. (Ademir Balera)

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Da Proposição, pág. 10 do livro "64: Afinal, que ditadura foi aquela?".

Poucas coisas na vida são tão preciosas quanto as doces lembranças da infância, da juventude. Um tempo de descobertas e outro de aprendizado. Todos, porém, criam em nós marcas profundas, negativas ou positivas. Então, que sejam profundamente belas aquelas que ainda nos fazem bem, como as deixadas na memória e que nos fizeram crescer e aprender a conviver com o que nos tornou mais experientes.

Repensar-se é uma necessidade de toda sociedade. A revisitação da própria história em busca de lições que inspirem a caminhada no presente e o desejo de escrever sobre fatos que permearam o cotidiano de todos nós ao longo de vinte anos. Tudo isto motivou a vontade de contar aqui um pouco de minha história, com alguns relatos de amigos que conviveram com o período ditatorial que durou pouco mais de vinte anos. Se gerou temor a algumas pessoas de nossa pacata sociedade, também mostrou a alegria de uma época que ficou no passado.

Foram anos de angústia? Claro, mas também, sob o ponto de vista de muitos, foram anos de avanços, com mais emprego, melhor escola pública, menos violência e menos corrupção, além de grandes investimentos. Afinal, foi nesse período que o país construiu a Usina Hidrelétrica de Itaipu e que só há alguns anos, depois de décadas, tiveram coragem de instalar as duas últimas turbinas, o que não represen-tava nem 2% do total da obra. Também nesse período, foi construída a ponte Rio-Niteroi e houve a introdução de projetos para a era nuclear, entre outros avanços.

Ourinhos: memórias de uma cidade paulista

Autor: Jefferson Del Rios
Lançamento: Agosto de 2015
Ilustrado
Páginas: 286
Tamanho: 8.608 KB (pdf padrão)

"Este até poderia ser um livro de História. E é, na verdade, sobre a história de uma cidade e, em especial, sobre sua população, seus encantos, sua importância para o desenvolvimento da região limítrofe entre o sudoeste do São Paulo desenvolvido e o norte do Paraná, escassamente povoado e em início de expansão.

É a história de Ourinhos que, debruçada às margens do rio Paranapanema, descortina as terras que jazem virgens a espera de desfrute no estado vizinho. E abre suas portas para a migração de 2/3 dos que viriam a ocupar a nova região a ser desbravada e com a qual manteve, e até hoje mantém, um forte e fraternal vínculo.

O próprio nome da cidade relaciona-se com o Paraná antigo, sendo uma referência ao povoado oitocentista de Ourinho, depois Jacarezinho, como atualmente se nomeia a urbe paranaense, nas proximidades do mesmo rio que banha a atual Ourinhos, que é o objeto deste excelente livro."

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Da Introdução de "Ourinhos: memórias de uma cidade paulista"

"Este livro começou a ser trabalhado numa tarde gelada de julho de 1989 nos arquivos da Estrada de Ferro Sorocabana (Fepasa), em São Paulo. Entre papéis esquecidos, esperava encontrar vestígios de Ourinhos nos trilhos da ferrovia que, no começo do século, seguia o café interior paulista adentro. Mas vasculhar documentos é a parte material e objetiva do projeto. Os motivos emocionais que me levaram a ele são bem anteriores. Existe um conto do argentino Júlio Cortázar – "O Outro Céu" – em que o personagem, visivelmente o autor, perambula por uma zona boêmia parisiense. Entre um bar e outro, uma esquina e outra, ele penetra na fantasia e no tempo para evocar um lugar mais ou menos igual, uma certa Passaje Guemes de Buenos Aires que considera o "território incerto onde já há tanto tempo fui deixar a infância como um terno usado". Cortázar, como se sabe, passou os últimos 30 anos de sua vida em Paris.

A lembrança do conto me ocorre ao caminhar pelas ruas da cidade onde nasci e me criei até os 19 anos e que jamais deixei de frequentar. Dez, vinte e tantos anos se passaram e o adulto procura, e reencontra, fachadas com relevos, portões de ferro, calçadas com ladrilhos estampados de losangos. Tudo intacto numa Ourinhos que se amplia e verticaliza. A janela colorida de vidro fosco e granulado, o jardim em que até as rosas miúdas parecem as mesmas ou a varanda de uma rua transversal, essas cenas mudas trazem um tempo parado. É sempre reconfortador porque algo permanece identificável mas, ao mesmo tempo, estranho e ilusório. No fundo, a cidade e o observador não são mais os mesmos."

O que aqui se oferece, aberto a sequências ou acréscimos, é um esforço de recuperação da memória ourinhense entre 1908 e 1950. Memória que o poeta e ensaísta mexicano Octávio Paz considera, com razão, a mais alta forma da imaginação humana: "Se a memória se dissolve, o homem se dissolve".

Constantina Araújo, uma soprano brasileira (Um álbum de recortes)

Autor: José Carlos Neves Lopes
Lançamento: Junho de 2015
Ilustrado
Páginas: 173
Tamanho: 8.820 KB (pdf reduzido)

Em 20 de fevereiro de 1951, Constantina Araújo se apresentava no palco do Scala de Milão, a mais famosa casa de ópera da Europa, ao lado de Mario Del Monaco, Fedora Barbieri e Ugo Savarese. O público, rigorosíssimo, se perguntava: "Será mesmo boa essa brasileira?"

José Carlos Neves Lopes tem divulgado fatos relativos a Constantina em blog criado para homenageá-la. Em suas palavras: "Devo ter ouvido falar de Constantina Araújo pela primeira vez, nos anos 1990. [...] Devo essa descoberta ao seu "fã nº 1", como passei a denominar Cysalpino Maia Carvalho. [...] Mostrou-me pouco a pouco o acervo que amealhara ao longo de 26 anos. [...] Com o passar dos anos, Cysalpino foi me passando todo o seu arquivo sobre Constantina, o que tornou possível a feitura deste livro digital em conjunto com o professor Newton C. Braga, da Universidade Estadual do Norte do Paraná."

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Porto do Destino - Contos e Ensaios

Autor: Rames Kalluf
Lançamento: Abril de 2015
Páginas: 137
Tamanho: 1.645 KB (pdf padrão)

"O autor nos incita a viajar por 27 textos que, surpreendentes e ricos, nos encantam a cada linha, a cada parágrafo, buscando avidamente o porto/texto seguinte. É esse olhar que desvenda realidades, mostra-se perplexo, realiza digressões espirituosas, profundas, sentimentais, melancólicas, filosóficas, ensinando-nos não só a VER, mas a OLHAR "aquilo que os que lá estão não podem perceber", pois nosso olhar acostuma-se à paisagem. E Rames Kalluf, não só nos contos, mas nos ensaios, torna-se um viajante do tempo e do espaço, transitando pelas mais variadas áreas. Não seria presunção considerar o Professor Rames Kalluf um homem da Renascença, um erudito. Entretanto, suas páginas são de leitura extremamente agradável, pois ele é culto sem preciosismos. Vamos avançar, crescer, viajar na vida. Viajando nestas páginas."

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Poemas, Contos & Cia. Produção literária dos acadêmicos do curso de Letras

Organizador: Newton C. Braga
Lançamento: Dezembro de 2014
Páginas: 179
Tamanho: 1.172 KB (pdf padrão)

Os poemas, os contos e os outros tipos de produção literária são primorosos pela qualidade, criatividade e inovação estética. É uma leitura muito prazerosa. Surpreenda-se com a profundidade dos pensamentos, emocione-se com as situações dramáticas, divirta-se com os aspectos cômicos ou apenas maravilhe-se com a diversidade estilística e de conteúdo. Cabe uma observação: na montagem da obra não foi excluído nenhum material apresentado pelos alunos. Foram poucos os critérios adotados, como o de não aceitar obras com louvor religioso ou a professores.

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Meu Pai e a Ferrovia: uma breve história fotográfica da Companhia Ferroviária São Paulo-Paraná - 1924-1944

Autores: José Carlos Neves Lopes
e Newton C. Braga
Lançamento: Novembro de 2014
Revisado em: 31/01/2017
Ilustrado
Páginas: 65
Tamanho: 8.094 KB (pdf padrão)

Esta obra é homenagem a Francisco de Almeida Lopes, o brasileiro que entrou para a Companhia Ferroviária São Paulo-Paraná como aprendiz, em 1924 e, mais tarde exerceu as funções de almoxarife e escriturário de estatísticas, nela fazendo toda sua carreira. O que o notabiliza nesse contexto é a fotografia. Muito jovem, sem cursos e estudos especializados, Francisco, o gentil e calmo pai de José Carlos, refinou-se sozinho nas técnicas do melhor uso da luz e enquadramentos, características valorizadas pela sua sensibilidade ao captar o clima emocional dos acontecimentos e a beleza ora grandiosa, ora prosaica dos cenários.

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Cornélio Procópio: das Origens e da Emancipação do Município

Autor: Átila Silveira Brasil
Lançamento: Fevereiro de 2014
Ilustrado
Páginas: 150
Tamanho: 14.223 KB (pdf padrão)

Em 1987, Átila Silveira Brasil recebeu a incumbência de resgatar a memória do município de Cornélio Procópio, aproveitando o ensejo do 50° aniversário de sua emancipação política e administrativa. Dedicou-se à pesquisa e resgate da memória do município, para corrigir errôneas interpretações e explicar fatos consagrados que não correspondiam à realidade histórica. Foi considerável o material colhido. Átila constatou ser impossível, em apenas um ano, reconstruir os cinquenta anos de nossa história global. Por isso, este livro parte da origem do município, passa por sua emancipação e chega até a primeira administração eleita por voto popular, no retorno à democracia, após a ditadura Vargas. Ou seja, é apenas um embasamento histórico e precisa ser continuado.

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A Arte de Aprender e Ensinar pela Pesquisa: textos e projetos

Organizador: Reinaldo Simões de Almeida
Lançamento: Fevereiro de 2009
Páginas: 62
Tamanho: 898 KB (pdf padrão)

Esta coletânea de textos e projetos é uma proposta didático-científica de analisar e discutir a pesquisa e seu ensino no contexto escolar. O aluno, futuro professor, deve construir sua prática docente, baseada em uma pedagogia renovada, que tenha como uma das estratégias de ensino o uso de projetos de pesquisa temáticos – de eventos e curriculares – e interdisciplinares. Neste sentido, este livreto foi concebido. São sete textos – Leitura e formação do professor (Vanderléia da Silva Oliveira), Pesquisa: atividade indispensável à formação do professor (Ana Rita Levandovski), A interdisciplinaridade na perspectiva da totalidade (Roberta Negrão de Araújo), O lúcido e o lúdico em ciência, (João Donizeti Leli), Internet: possibilidades de integração entre projetos educativos (João Coelho Neto), Ensinar e aprender: uma abordagem atual (Valéria Baia, Ivo Ferreira da Silva e Álvaro Spadim Gonçalves), O projeto de pesquisa e a ação pedagógica (Reinaldo Simões de Almeida) – e cinco projetos – Festa junina (Danilo Zamuner, Marcinéia Vaz Moraes e Verônica Regine Mannigel), Paisagens agrárias européias (Ana Paula Ferreira de Mendonça, Aparecido Roberto de Moura, Guilherme Henrique Rezende, Thiago Sanches), Vidas Secas, de Graciliano Ramos (Raquel Pereira Lima, Ana Silvia Brizola e Mayara Ferreira de Oliveira), Sustentabilidade ambiental (Álvaro Spadim Gonçalves, Thiago Luis Calandro, Fabiano Rocha Saraiva, Alexandro Derby Augusto Costa e Gean Lucas Alves Leme), Pipas e conceitos geométricos (Aline Diniz Monteiro, Ana América Proença de Oliveira, César Augusto Godinho, Eliara Caroline de Almeida e Karina Aline Alves).

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Educação Literária em Foco: Entre Teorias e Práticas

Organizadora: Vanderleia da Silva Oliveira
Lançamento: Dezembro de 2008
ISBN 978-85-62288-00-5
Páginas: 157
Tamanho: 1.013 KB (pdf padrão)

Esta publicação visa divulgar as pesquisas realizadas pelo Grupo de Pesquisa CRELIT, voltados à linha de pesquisa em leitura e literatura na escola. Os dez textos deste volume organizam-se em torno do tema literatura, vista como objeto escolarizado. Aqui estão o resultado das ponderações dos professores Cláudio José de Almeida Mello (A literatura entre as artes na escola: o leitor como sujeito histórico), Vera Lúcia Mazanatti (O papel da disciplina Teoria da Literatura na formação do professor de literatura), Vanderleia da Silva Oliveira (Historiografia, cânone e formação do professor de literatura: ponderações sobre educação literária), Thiago Alves Valente (Literatura infantil e juvenil: entornos e contornos em sala de aula), Neuza Ceciliato (A literatura infantil e a escola: como conciliar a leitura prazer com as atividades pedagógicas?), Marilu Martens Oliveira (Sobre realidade e fantasia: de leitura e de poética), Alice Atsuko Matsuda Pauli (Tecendo a aula de português), Silvana Rodrigues Quintilhano Ferreira (O ensino da cultura afro-brasileira: desatando as amarras), Maurício César Menon (A narrativa de mistério/suspense, terror/horror no ensino médio: ponderações e esclarecimentos), Eliane Segatti Rios Registro (A Literatura Inglesa na sala de aula).

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Recortes da Vida

Organizadora: Elvira Ferreira da Silva e Sá
Lançamento: Outubro de 2007
Ilustrado
Páginas: 84
Tamanho: 2.109 KB (pdf padrão)

Os jovens de hoje têm dificuldade no manejo da nossa língua, porque, com raras exceções, não desenvolveram o hábito da leitura, substituída pelos atrativos tecnológicos, principalmente a televisão e a internet. Neste cenário preocupante, cabe à escola a tarefa de despertar nos alunos o gosto pela leitura e pela escrita. Pode-se afirmar, sem medo de erro, que a uma linguagem pobre corresponde sempre uma intelectualidade também pobre. Foi com esse objetivo que os alunos do curso de Pedagogia se dedicaram a este exercício de escritura. A leitura de vários textos dos melhores cronistas da língua portuguesa estimulou-os a criar os seus próprios. Os textos deste livro foram produzidos pelos acadêmicos do 1º ano do Curso de Pedagogia, durante o ano de 2007, como parte das atividades práticas da disciplina de Leitura e Produção de Texto. Temos a certeza de que a experiência de escrever despertou neles o interesse pela linguagem. O público alvo são os estudantes do Ensino Fundamental – 5ª a 8ª séries.

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Nossas histórias: de gente, de bichos, de coisas

Organizadora: Elvira Ferreira da Silva e Sá
Lançamento: Outubro de 2006
Ilustrado
Páginas: 111
Tamanho: 1.634 KB (pdf reduzido)

Livro de histórias para crianças, ilustrado, sempre com um aspecto moral em destaque. Este livro é o resultado de projeto desenvolvido pelos departamentos de Letras e de Educação, na disciplina de Leitura e Produção de Texto. Para atender à exigência de atividades práticas, foi escolhido um item do conteúdo programático que propiciasse aos acadêmicos um contato maior com a linguagem escrita. "Nossas Histórias" reúne contos vividos por pessoas, animais, objetos, enfim, seres que povoam o fértil imaginário infantil. São textos direcionados a alunos de 3ª e 4ª séries do Ensino Fundamental, com os quais os alunos do 1º ano de Pedagogia procuraram proporcionar aos pequenos leitores momentos de prazer, estimulando ao mesmo tempo sua imaginação e desenvolvendo neles o gosto pela leitura, elemento imprescindível ao domínio da linguagem e ao crescimento cultural de nossas crianças. Esperamos que esses objetivos sejam atingidos.

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Fogo e Água

Autores: Maria Aparecida de Fátima Miguel
José dos Reis Santos
Lançamento: Março de 2005
Páginas: 77
Tamanho: 741 KB (pdf padrão)

Qual esfinge enigmática, Maria Aparecida de Fátima Miguel leva o leitor a uma viagem labiríntica, a tentar decifrar o mundo que permeia seus versos, mundo denso, filosófico, sensual, povoado por bruxas e fadas, pensadores e músicos, Ícaros e Prometeus, desatando linhas invisíveis de Ariadnes, nós em que Nós, meros mortais, tropeçamos como se fossem pedras no meio do caminho. "No meio do caminho tinha uma pedra", aliás, muitas pedras, que não impediram a trajetória de Maria, eterna aprendiz e professora de Literatura. Uma lutadora rodeada por inúmeros companheiros, colegas de trabalho e de lida poética, como José dos Reis Santos. Fogo e água. Versos, rimas, poemas. José e Maria. O fazer de José em diálogo com a vida, num contraponto empírico, sem fuga nem medo, num desafio constante,numa busca da salvação pela palavra redescoberta. O fazer de Maria dialogando, num jogo intertextual, com outros fazeres: em "Traçado", com Marina Colasanti e sua linda Idéia Azul, posta a dormir pelo rei, enquanto inexorável o tempo voa célere.

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FAFICOP Científica: Educação - n. 2

Organizador: Nelson Borges
Lançamento: Novembro de 2002
ISSN 1678-0841
Páginas: 161
Tamanho: 1.488 KB (pdf padrão)

Nesta edição de FAFICOP Científica – Educação estão trabalhos dos professores Simão Alberto (Os desafios da educação e a globalização: Um caminho sem volta), Diná Tereza de Brito (A coerência nos textos de alunos formandos do curso de Letras), Yara Borges Caznok (Confesso que ouvi), Sandra Maria Albino Guillen (Resenha: Pedagogia e pedagogos: Para quê?), Antônio Carlos Will Ludwig (Repensando a formação docente), Marilu Martens de Oliveira (Chico Buarque - A construção lógica e mágica de uma poética voltada para o feminino), Vanderléia da Silva Oliveira (O escritor-crítico e sua contribuição para a configuração estética e histórica da Literatura Brasileira), Jair Ferreira dos Santos (A reanimalização do homem - Quase um divertimento), Luiz Trajano da Silva (Exercícios de Geometria Analitica no plano), Maria Suely Fernandes da Silva (Gestão democrática educacional), e de Moralina Sheila Vilela Soncela, Neiva Irene Brunieri, Rosemary Aparecida Patracão Aizzo e Seli Lopes Príncipe (O processo de leitura sob o olha interacionista: Uma proposta de trabalho).

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FAFICOP Científica: Ciências Empresariais - n. 2

Organizador: Nelson Borges
Lançamento: Novembro de 2002
ISSN 1678-0833
Páginas: 121
Tamanho: 1.235 KB (pdf padrão)

Nesta edição de FAFICOP Científica – Ciências Empresariais são elencados trabalhos dos professores Nelson Borges (A imprevisão e as convenções coletivas de trabalho), Arnaldo Moraes Godoy (Justiça, Direito e Literatura), Antônio Aparecido de Lima (Uma reflexão sobre a contabilidade governamental), Manuel Méndes Martines e Márison Luiz Soares (Aplicación de un modelo de ecuaciones estructurales en el análises de la relación entre la estructura, el entorno y la eficacia organizativa), Maria Clara Galiano Gomes de Mello (A ética jurídico-política), Elisabeth Moiseichyk e Fernando Fernandes Aquino (Altruísmo e responsabilidade social: O caminho das organizações através da representação social rumo ao terceiro setor), Alexandre Espírito Santo (As abstrações do marketing), Carlos Alberto Gonçalves da Silva (A produtividade de fatores de produção na agricultura da microrregião de Cornélio Procópio - Um estudo econométrico), e de Ernesto Tzirulnik (Natureza jurídica do “monte de previdência”), Nelson Borges (A Imprevisão e as Convenções Coletivas de Trabalho).

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FAFICOP Científica: Revista de divulgação n. 1

Organizador: Nelson Borges
Lançamento: Novembro de 2001
ISSN 1676-2010
Páginas: 221
Tamanho: 1.755 KB (pdf padrão)

Nesta edição de FAFICOP Científica são elencados trabalhos de Nelson Borges (Os contratos aleatórios e a Teoria da Imprevisão), Edson Dias (Ligando as estratégias de marketing às informações contábeis gerenciais dentro do conceito de marketing de relacionamento e lealdade dos clientes), Marilu Martens Oliveira (Camões e Virgílio: A épica num diálogo singular), Vanderleia da Silva Oliveira (O romance-folhetim no Brasil: uma abordagem de O Filho do Pescador [1843], de Teixeira e Souza), Irene Batista de Oliveira Pedrozo (Controle de patógenos associados a sementes de soja por Bacillus subtilis [Subtin 10%], Thiabendazole e Thiram), Edenir Haddad dos Santos (Pressuposição: uma verdade estabelecida pelo implícito), Ernesto Tzirulnik (Apontamentos sobre a operação de seguros), Guilherme Gallieni De Andrade Cabral (Os economistas e os desafios em uma sociedade globalizada/mundializada), Nely Lopes Casali (Obrigações: conceito e classificações), Jair Ferreira dos Santos (A hipótese Jon Garfield), Reinaldo Simões de Almeida, João Donizeti Leli e Dora Pimenta Dantas (Dialética: Pesquisa e Educação), Adálcia Canedo da Silva Nogueira e Marli Pedrina Zanini (A capacitação de pessoas para atuar na educação de jovens e adultos e no enfrentamento ao analfabetismo), Ivaní Carvalho Amorim Oliveira (O alívio do estresse na criança hospitalizada).

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Esboços... Produção literário dos acadêmicos do curso de Letras

Organizador: Newton C. Braga
Lançamento: Setembro de 1998
Ilustrado
Páginas: 159
Tamanho: 2.266 KB (pdf padrão)

Este livro abrange uma ampla gama de assuntos e formas. Há grande diversidade de autores, de idades, de gêneros e de estilos e há, principalmente, muita criatividade. Um de nossos propósitos é o de registrar a imagem da literatura entre nossos estudantes, numa determinada fase de suas vidas. Sempre soubemos da existência de escritores latentes em nosso meio. Sabíamos que muitos de nossos acadêmicos ocasionalmente escreviam um poema, um ensaio ou uma crônica, mostrando para um ou outro colega mais chegado e guardando no meio do caderno, onde ficava, esquecido. Esperávamos uma produção bastante heterogênea e aconteceu, mas foi surpreendente a qualidade do material apresentado, superando a mais otimista das expectativas.

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