Campus de Cornélio Procópio
Cornélio Procópio, 13 de agosto de 2016
Múltiplos olhares sobre a cidade luz: "Paris, Te Amo"

Paris, Te Amo

Um filme feito de 18 curtas, com diretores e atores de gabarito, é a atração do CINUENP: "Paris, Te Amo", filme de 2006, baseado em uma ideia original de Tristan Carné. Será apresentado na próxima segunda-feira, 15/08. A sessão terá início às 15 horas, no anfiteatro do PDE, na Unidade Campus da UENP-CCP, com entrada franca. Os comentários e a coordenação de debates terão à frente o Professor Celso Davi Aoki, do colegiado de Administração do Centro de Sociais Aplicadas.

Em Paris, o amor está por todos os lugares. Está nos bares, nos cafés, na Torre Eiffeil, até no metrô que circula abaixo de suas ruas.

“Paris, Te Amo”

Curtas-metragens precisam estabelecer rápida conexão com o espectador e quase todos conseguem atender esse princípio. Cada um dos 18 curtas que compõem o filme fala de um arrondisement, divisão distrital de Paris, e retrata, de um jeito ou de outro, a alegria, a separação, os encontros inesperados e acima de tudo o amor.

Os curtas que compõem o filme não falam de um amor nostálgico, um amor pela cidade-imagem que não mais existe. Falam de amores apaixonados, uma paixão clássica, efêmera, que não se explica e não se entende,

FICHA TÉCNICA

Título: Paris, Te Amo (2006)
Diretores: Diversos
Gênero: Comédia, drama, romance
País de origem: França-Liechtenstein-Suíça-Alemanha
Duração: 120 min
Colorido
Formato da tela: 1.85:1 (widescreen)

Fonte: IMDb (inglês)

paixão não correspondida, daquelas com um pouco de ódio também.

“Paris, Te Amo”

Temos uma mãe que perdeu o filho e ainda não se recuperou, um rapaz que se apaixona a primeiro vista por uma moça no estacionamento, o mímico que acaba encontrando o amor de sua vida na prisão, uma vampira que se apaixona por um mortal e diversas outras histórias tão delicadas e bem contadas que é impossível não sentir uma alegria e comoção com o desenrolar da obra.

“Paris, Te Amo”

Mostrar os arrondisements também é uma tentativa de usar o cinema para representar as várias facetas de uma área urbana metropolitana, explorada de diferentes maneiras, embora não seja o objetivo principal. Afinal, vemos uma cidade de acordo com nossas percepções e experiências dentro dela.

Também vai na linha do amor ocioso, melancólico, e é a síntese perfeita do amor que a imperfeita Paris exerce sobre quem a conhece pela primeira vez. Um amor – como diz a cativante personagem, uma turista caipira e gorda dos Estados Unidos – triste porém feliz.

Fontes: Omelete e
Archdaily

Assista ao trailer:

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