Campus de Cornélio Procópio
Cornélio Procópio, 8 de março de 2017
Memória: O Diretor Luiz Trajano da Silva - de 1983 a 1986 (II)
Foram 1.173 dias de muita vontade

Deve se salientar que durante a gestão do professor Trajano, ao contrário das anteriores, sempre houve o pagamento integral de professores e funcionários pelo Governo do Estado, o que possibilitou maior aplicação dos recursos próprios em instalações da Faculdade e na construção do Campus Universitário. Essa cobertura total da folha de pagamento só teve início em 1983 e beneficiou as fundações estaduais de ensino, tanto universidades como faculdades do Paraná.

As obras do Campus Universitário, na quase totalidade, foram feitas com recursos próprios, isto é, provenientes das mensalidades dos alunos. Foram construídos dois blocos, com salas de aula, sanitários e passarelas totalmente envidraçadas, com cadeiras de fibra.

Também foi possível instalar em locais próprios a Secretaria Acadêmica, a Tesouraria, Biblioteca, Sala de Professores, Escritório Modelo de Contabilidade, Cantina, Seção de Fotocópias, Museu de Taxidermia, o prédio da Educação Física (com salão de jogos, sala de jogo de xadrez, sala de TV, sala dos professores, e depósito de material esportivo), Quadra de Esportes, fábrica de tela de arame, local para recreação e churrasqueira.

Na instalação da linha de alta tensão, necessária para o funcionamento da quadra esportiva, professor Trajano, sempre com lisura e fineza, fez questão de reconhecer e agradecer a colaboração da Prefeitura de Cornélio Procópio e a Sub-Prefeitura de Congonhas, que cederam tratores, pás carregadeiras, caminhões, aterros, rolo compressor, etc., de valor inestimável e sem os quais essa obra não poderia ter sido levantada e atingido o estágio que atingiu.

Agradeceu ainda a decisiva colaboração da Prefeitura de C. Procópio e do Governo do Estado, por meio do DER, na construção do Trevo Rodoviário, que ligou a Rodovia do

Bosque para recreio e lazer

Contorno com a PR-160 e tornou possível a alunos e professores vindos do sentido centro da cidade o acesso ao campus sem a necessidade de atravessar a rodovia PR-160, num ponto em que o perigo era constante, devido ao grande movimento de veículos.

Foram adquiridos móveis para as bibliotecas e recuperados os existentes, além de reforma na instalação elétrica, com a colocação de luminárias fluorescentes. Mas, mais importante, foram adquiridos 3.871 volumes, ficando a biblioteca com 21.964 volumes, um aumento expressivo de 21,39%.

Em meados de 1986, já estavam instalados no campus, os cursos de Administração, com habilitações em Administração de Empresas e Administração Rural, Ciências Econômicas e Ciências Contábeis. Permaneceram na FAFICENTRO, os cursos de Pedagogia, Letras Anglo-Portuguesas e Licenciatura em Ciências, com habilitações em Matemática, Química, Biologia e Física. (O curso de Geografia fora desabilitado temporariamente e o de Letras Vernáculas, licenciatura de 1º grau, extinto pelo Conselho Estadual de Educação, em parecer de 1978.)

Fonte: 1.173 dias de administração Luiz Trajano da Silva

Memória: O Diretor Luiz Trajano da Silva - de 1983 a 1986 (I)
Memória: O Diretor Luiz Trajano da Silva - de 1983 a 1986 (III)

Campus Universitário - Obras do prédio para Educação Física - 1985 Campus Universitário - Prédio para Educação Física - 1986 Campus Universitário - Passarela envidraçada - 1986 Campus universitário - Biblioteca - 1986 Campus universitário - Museu de História Natural - 1986

  Anfiteatro do PDE e parte da ala administrativa

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